quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Internet 4g, saibam quem chega primeiro no mercado!

Para o serviço, a Sky vai utilizar a tecnologia conhecida como TD-LTE --padrão que está sendo promovido pela China Mobile, a maior do mundo em número de usuários--, que oferece a possibilidade de taxas mais altas de velocidade em transmissão de dados. O serviço começa a ser oferecido no Distrito Federal.
A partir do ano que vem, a empresa deve expandir o serviço para todas as 44 cidades onde possui licença para operar na faixa de 2,5 megahertz, entre elas Brasília, Goiânia, Belo Horizonte, Vitoria, Porto Velho, Presidente Prudente, Franca e Uberaba.
A Sky vai oferecer opções de pacote com 2 Mb e 4 Mb ao custo, respectivamente, de R$ 79,90 e R$ 99,90. Poderão compra-los tanto assinantes do serviço de TV da empresa quanto não assinantes.
O presidente da Sky, Luiz Eduardo Baptista da Rocha, disse que a velocidade contratada vai ser entregue aos clientes pela empresa. Atualmente, as operadoras que atuam no país se comprometem a entregar 10% da velocidade contratada.
Rocha informou que, no momento, a Sky não planeja investir no mercado de internet móvel. “Não estamos considerando fazer nenhuma oferta móvel no momento”, disse. Segundo ele, porém, a plataforma utilizada pela empresa permite que isso seja feito.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O carro do futuro

Pesquisas no mundo todo apontam para os veículos movidos a hidrogênio como a grande saída para o futuro do transporte. No Brasil, estudiosos da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) chegaram a desenvolver um modelo de carro e hoje buscam formas de viabilizar o transporte público com a nova tecnologia.
“O hidrogênio ainda é mais caro que outros combustíveis, mas daqui a 30 anos o petróleo vai estar desaparecendo e a gasolina é que será muito mais cara”, argumenta Cristiano da Silva Pinto, pesquisador do Laboratório de Hidrogênio na Unicamp.
Fora do país, empresas como a Honda e a Chevrolet já lançaram modelos que usam hidrogênio. Eles são vendidos em algumas – ainda poucas – regiões que já têm postos de abastecimento preparados para eles.
Por aqui, o especialista entende que não é possível competir com o trabalho dessas multinacionais, que têm investido muito nos novos carros. Ele, porém, aponta que os ônibus movidos a hidrogênio podem ser uma contribuição brasileira. Já há dois protótipos de coletivos feitos – um em São Paulo e outro no Rio de Janeiro. Silva Pinto vê um futuro nesse mercado, uma vez que o Brasil tem a maior fábrica de veículos comerciais da América Latina: a Mercedes-Benz de São Bernardo do Campo (SP).
O desafio do motor a hidrogênio ainda é a produção do gás. No laboratório da Unicamp, ele é feito a partir de etanol, bagaço de cana ou outras opções pouco poluentes. Mas a produção também pode funcionar a partir do petróleo ou do carvão, com mais poluição.
Especialistas apontam que todas essas tecnologias – elétrico, híbrido e hidrogênio – devem conviver juntas até que uma delas prevaleça. Silva Pinto acredita que o veículo a hidrogênio possa dominar o mercado, mas apenas daqui a dez ou 15 anos, com um provável barateamento da tecnologia. “É realmente um motor para o futuro”, conclui.

Gosto diferente? será? não implacou então!!! Designer diferente e não aceitação



Após um mês do lançamento da edição especial no Canadá e nos Estados Unidos, a marca volta a comercializar suas latas vermelhas. Consumidores fervorosos manifestaram-se alegando tratar-se de uma incoerência – mesmo que por tempo limitado – a ausência das icônicas latas vermelhas.
Algumas pessoas, ainda, disseram que o gosto é diferente do original nas latas brancas. Um comerciante chegou até afirmar que pessoas já haviam retornado à loja para fazer a troca do refrigerante depois de perceberem, que não estavam bebendo a Diet Coke, e sim a versão tradicional.
A Coca-Cola não confirma o fracasso da ação e diz que não iria tirar as embalagens vermelhas do mercado. A empresa disse ainda que vai distribuir mais de um bilhão de latas brancas e aproximadamente o mesmo número de latas especiais vermelhas.
A edição especial branca é uma parceria com a ONG World Wildlife Fund (WWF) em que a companhia apóia a proteção dos ursos polares por meio de práticas mais sustentáveis.

Avanço na busca por "PARTÍCULA DE DEUS"



De acordo com os pesquisadores, houve um avanço e há “consideravelmente mais dados” agora do que no momento da última conferência, há seis meses.
Os cientistas acreditam que estão próximos de encontrar a partícula, mas alertam que os resultados desta terça não serão conclusivos. “Não há o suficiente para se fazer qualquer afirmação conclusiva sobre a existência ou não-existência do Higgs”, diz a nota do Cern.

Um pouco sobre vídeo aula

Podemos considerar que basicamente 3 aspectos fazem a diferença no resultado final de uma videoaula:
  1. Qualidade da capacitação feita aos professores para docência por meio de vídeo;
  2. Qualidade do roteiro feito pela união dos conhecimentos do conteudista, designer instrucional e roteirista;
  3. Qualidade técnica da equipe de vídeo.
Dentre estes aspectos, gostaria de desenvolver neste post o segundo tópico, e salientar qual é o papel do designer Instrucional neste contexto.
Começaremos estabelecendo as responsabilidades de cada um no desenvolvimento do roteiro (após conteúdo escrito e definido pelo conteudista):
  1. Conteudista, detentor do conhecimento técnico sobre o assunto;
  2. Designer Instrucional, especialista em educação a distância e linguagem para EaD;
  3. Roteirista de vídeo, especialista na linguagem televisiva e forma de utilização da mídia.
É muito importante para o sucesso final da videoaula que estes 3 profissonais estejam em perfeita troca, considerando as atribuições e conhecimentos respectivos. Neste caso o designer instrucional poderá assumir a posição de intermediador entre conteúdo a ser dado, didática a ser trabalhada e utilização da mídia, fazendo este trabalho em parceria com o conteudista e roteirista.
Com certeza esta não é uma tarefa fácil, porém, quando há uma troca positiva em que todos os profissionais conseguem somar seus conhecimentos para um resultado final, o que obtemos é um vídeo dinâmico e eficiente.
É tão raro um Designer instrucional ter acesso a um roteiro de videoaula que torna-se até difícil achar profissionais especializados neste serviço (creio que “roteirista instrucional” poderá ser uma profissão futura promissora).
Da mesma maneira que a participação do DI faz diferença em um material impresso de Educação a distância, pois baseia-se no público alvo para trabalhar a linguagem e criar recursos didáticos facilitadores. Quando este trabalha com o vídeo didático possui possibilidades ainda maiores de trabalhar a linguagem (verbal e até corporal) do professor(ou ator)  no vídeo e até sugerir cenas ilustrativas  a fim de motivar e facilitar o conteúdo.
Aqui temos um bom exemplo de um trechinho de uma videoaula que tivemos estas contribuições. Este é um curso de Marketing Pessoal,  feito para jovens entrando no mercado de trabalho que precisavam ser motivados a se capacitarem para o mercado.

Confecção de tutorias, avaliações e interatividade

Quem vê cursos cheios de objetos educacionais funcionando perfeitamente não imagina a equipe que está por trás da produção e nem as etapas do trabalho para que todas as mídias estejam sincronizadas e resultando em um ambiente adequado de aprendizagem.  E é por desconhecer estas etapas que muitas vezes as Instituições e empresas não entendem o investimento e a responsabilidade necessárias a produção de um curso, e acabam trabalhando com equipes incompletas e que não resultam em um resultado muito eficiente.
Só para começarmos a conversa, a responsabilidade já começa com o Coordenador do projeto que é quem vai coordenar a equipe multidisciplinar necessária para a produção e que vai também fazer o Briefing inicial do projeto, considerando:
  • Analisar os Planos de Estudos das Instituições e empresas mapeando conteúdos trabalhados conforme a área a que se destina o objeto educacional;
  • Selecionar os conteúdos que servirão como base para o desenvolvimento dos subsídios didático-pedagógicos, buscando-se assegurar a dimensão interdisciplinar.
  • Definir o público-alvo, os objetivos e os desafios a serem alcançados com o objeto educacional;
  • Definir abordagens, metáforas e padrão metodológio a ser seguido de acordo com Planejamento pedagógico da Instituição.
  • Definir particularidades da Tecnologia onde será inserida o objeto educacional, padrões do LMS (Learning Management System), CD-ROM, ou outros.
  • Definir a equipe multidiciplinar: A constituição e o perfil destas equipes pode variar dependendo do tipo de objeto educacional que se está desenvolvendo, como por exemplo, para criação de um curso e-learning destinado ao ensino do uso de um determinado software, seriam necessários:
  1. coordenador do projeto;
  2. especialista no conteúdo;
  3. designer instrucional;
  4. especialistas em ferramentas de autoria específicas;
  5. designer(s) gráfico(s);
  6. revisor ortográfico e gramatical;
  7. locutor(es);
  8. programador(es) action script ou JAVA;
  9. especialistas em vídeo;
  10. ilustrador/animador;
  11. consultorias complementares.
Após a definição e a formação da equipe, o coordenador do projeto deverá organizar uma reunião com todos os membros para revisar o conteúdo inicial da proposta e elaborar o plano de trabalho, levando em consideração os seguintes pontos:
  • validação da idéia e do conteúdo inicial;
  • definição clara de quem será o público alvo de sua aplicação;
  • definição do que se deseja apresentar e qual será a metáfora usada para a aplicação (em função do público alvo) e da importância de adequar a metáfora ao perfil dos usuários (idade, condição social, etc.);
  • avaliação das possibilidades e impossibilidades técnicas, de tempo ou de recursos da equipe para desenvolver a metáfora proposta;
  • definição da ferramenta de autoria, caso ainda não tenha acontecido;
  • elaboração dos cronogramas geral e parciais para cada etapa;
  • definição clara das etapas pelo coordenador do projeto, sua composição, prazos e o responsável por cada uma delas;
  • verificação dos “direitos autorais” de todo material que for utilizar para evitar problemas judiciais quando da comercialização do produto. Lembrando que os “direitos autorais” podem ser relativos a textos, imagens, músicas, sons, vídeos e outros. É recomendável utilizar-se de uma acessória jurídica especializada para obtenção das licenças e a autorizações dos detentores destes direitos.
O grande desafio da figura do coordenador é mediar as divergências que ocorrem devido aos diferentes enfoques que cada componente da equipe dá ao produto, pois cada um deles tende a criar o aplicativo dando ênfase a sua especialidade. Principalmente na fase inicial do processo, o coordenador deve proporcionar reuniões freqüentes, utilizando metodologias de criação, tal como Brainstorm, onde deverá atuar como fomentador e mediador das discussões, pois a partir delas é será aprimorada a qualidade final do produto. É importante ressaltar que isto só funciona na etapa inicial, pois, quando o produto já está em elaboração, novas idéias, por melhores que sejam, geralmente resultam em aumento de custo do produto final e não cumprimento dos prazos. Portanto, é fundamental que logo após formada a equipe ocorram discussões exaustivas para uma boa definição inicial do produto.
Durante o desenvolvimento do projeto, existem tendências em alterar algo, uma imagem ou um vídeo para esclarecer melhor determinado item. É função do coordenador do projeto de definir quais alterações serão implementadas e como o cronograma deverá ser reprogramado para atender os prazos, bem como, atrelar as validações do cliente ainda na fase de roteiro de cada etapa, minimizando assim modificações futuras.
Uma vez finalizado o projeto, poderá ser gravada ou inserida em FTP ou no própio LMS a primeira versão do aplicativo para testes. É importante que esta etapa seja feita tanto pela equipe desenvolvedora quanto por uma pequena amostra do público semelhante ao público final e pedir-lhes para que anotem suas dificuldades, levando em consideração uma série de perguntas estabelecidas pelo coordenador quanto a ergonomia, conteúdo, identidade visual, e outras dificuldades e melhorias encontradas.
Se o aplicativo tem um cunho educacional, é sempre bom lembrar que o feedback final virá com o efetivo aprendizado dos alunos. Também é importante lembrar que não basta um bom produto com boa aceitação do público se não se dispuser de uma boa infra-estrutura de distribuição, acompanhamento (no caso de tutorias, avaliações e interatividade pelo LMS) e marketing.

Tecnologia que desafia os educadores!!!!!


O aprendizado móvel está se apresentando cada vez mais como uma boa alternativa para a educação considerando a disponiblidade de dispositivos móveis atualmente.
Além de oferecer comodidade, rapidez na troca de informações, aproximação do aluno e professor, esse formato permite interações que antes eram impossíveis como troca de imagens e fotos, e um aprendizado muito mais síncrono.
Também está desafiando os educadores pois a forma de apresentação deste conteúdo deve ser pensado de forma totalmente diferente do e-learning para desktop.  Afinal, a compreensão do conteúdo será efetivo caso a comunicação seja clara e rápida. Até é possível “compactar” um conteúdo de e-learning para mobile mas o resultado será apenas a visualização e dificilmente a real leitura e compreensão.
Pensando desta maneira, parece que o m-learning veio para complementar as outras mídias, onde poderemos explorar muito as dicas de estudos, visualização de vídeos relativos ao conteúdo estudado, visualização de imagens ilustrativas, discussões quanto aos  questionamentos sugeridos pelo tutor e até aplicativos como jogos que estimulem o aprendizado. Imaginando que este aluno estará talvez no ônibus, ou em algum lugar entre um compromisso e outro, a possibilidade dele continuar conectado ao curso é muito interessante e ajuda a mantê-lo motivado.
É bom lembrar que 1/3 dos internautas já usam web móvel no Brasil, mas continuamos lidando com um grande número de evasão nas Instituições, não seria um caso também de explorar mais as tecnologias disponíveis?